A OpenAI negou que o ChatGPT tenha sido proibido de oferecer orientações jurídicas ou médicas após rumores que circulavam nas redes sociais.  Segundo Karan Singhal, chefe da divisão de saúde da OpenAI, “isso não é uma nova mudança em nossos termos. O comportamento do modelo permanece inalterado”. 
Embora a política de uso da ferramenta tenha sido atualizada em 29 de outubro de 2025 para unificar diretrizes, a nova versão apenas reafirma que o ChatGPT não substitui profissionais licenciados em áreas críticas como saúde, direito ou finanças — e não que ele foi impedido de comentar esses temas. 
Not true. Despite speculation, this is not a new change to our terms. Model behavior remains unchanged. ChatGPT has never been a substitute for professional advice, but it will continue to be a great resource to help people understand legal and health information. https://t.co/fCCCwXGrJv
— Karan Singhal (@thekaransinghal) November 3, 2025
Explicações gerais
Em comunicado, a empresa reforçou que a plataforma continuará disponível para ajudar com explicações gerais sobre leis, termos médicos e conceitos educativos, desde que se mantenha clara a limitação de que não se trata de consultoria especializada. 
Especialistas apontam que a confusão se originou a partir de um post deletado de uma empresa de apostas (“Kalshi”) que afirmava que o ChatGPT deixaria de dar conselhos jurídicos e de saúde — alegação sem fundamento, segundo a OpenAI. 
Em resumo, o ChatGPT continua apto a fornecer informações de caráter educativo nessas áreas, mas usuários que buscam orientação específica — como pareceres jurídicos ou tratamento médico — ainda devem recorrer a advogados, médicos ou outros profissionais qualificados.