Uma funcionária nos Estados Unidos pediu ao setor de Recursos Humanos oito semanas de afastamento remunerado para cuidar de um filhote de golden retriever recém-adotado. A trabalhadora disse que enfrentava interrupções de sono a cada duas horas e precisava de tempo para criar vínculo com o animal.
Segundo reportagem do Metrópoles, a funcionária argumentou que limitar a licença a quem dá à luz seria um critério discriminatório. Ela também ameaçou apresentar uma queixa por discriminação contra mulheres com problemas de fertilidade caso o pedido fosse recusado.
Pedido foi levado ao RH
A solicitação gerou atrito com a chefia. Depois de ser acusada de insensibilidade por não apoiar o afastamento, a superior da funcionária levou o caso ao setor de Recursos Humanos.
O caso ganhou repercussão no programa australiano de rádio e televisão Jonesy & Amanda. Ouvintes e usuários das redes sociais dividiram opiniões: alguns sugeriram que a trabalhadora usasse férias ou trabalhasse remotamente; outros disseram que as empresas não são obrigadas a conceder esse tipo de licença remunerada.